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Luiz Otávio Guimaraes
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Luiz Otávio Guimaraes
Comentário ·
há 12 anos
Como as oligarquias transformam “fudidos” em aliados
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Lamentavelmente,...se curva.
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Luiz Otávio Guimaraes
Comentário ·
há 12 anos
Por que Aécio Neves está errado em defender redução da maioridade penal?
Wagner Francesco ⚖
·
há 12 anos
Desculpem minha ignorância, mas sinceramente, não sei qual o propósito do texto acima. Se trata de um resumo biográfico de alguém que saiu do mundo do crime e hoje tenta recuperar menores infratores, ou uma mensagem de cunho sentimental que tenta fomentar a compaixão pelo pequenos delinquentes com apelos emocionais? Apesar do cunho emotivo, entendo que abordagens sobre tal assunto devam ser norteadas pela racionalidade e respaldadas pelo estudo psicológico de cada infrator. Pode ser utópico, mas deveria ser assim. Infelizmente nós tendemos fundamentar nossas opiniões nas experiências pessoais, geralmente ignorando toda diversidade ou a adversidade de cenários que a vida brinda a cada um. No meu humilde entender, o autor se equivoca ao querer comparar sua marginalidade com a de outros menores. Cada caso é um caso. Nossa existência é absolutamente individual. Não quero afirmar que o autor não tenha seus méritos por conseguir se livrar da criminalidade, mas estabelecer paralelos dessa natureza é algo tão incoerente, quanto ilusório. Ora, muitas vezes, dentro de uma mesma família, digamos remediada, e partindo do pressuposto que todos tiveram acesso a mesma educação, não é raro ver algum filho descambar para a bandidagem, trazendo dor e sofrimento aos parentes; imagine então num universo de famílias desamparadas, oprimidas pela fome e pela miséria, numa situação de risco social onde os pequenos tem poucas perspectivas de melhorias na vida. Se considerarmos ainda que autor voltou a "Fundação Casa", "depois de 45 anos", é natural que ele tenha pelo ao menos 50 anos de vida, nessa época o mundo era digamos mais "romântico", o tráfico não campeava pelas favelas como hoje e sequer existia a maldição do "crack". Televisão era luxo e a publicidade era mais tacanha, não incitava o consumismo, a ostentação e a ambição desenfreada pelos produtos da moda, como ocorre agora. Épocas diferentes, vivências diferentes. Perdido em meu lirismo, espero que autor continue empenhado em sua missão, e que nossos governos cumpram sua responsabilidade social com os mais necessitados, mas lamentavelmente ainda não consegui esquecer o fato de ter um perdido um primo; foi assassinado por um desses "frágeis" menores.
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Luiz Otávio Guimaraes
Comentário ·
há 12 anos
Por que Aécio Neves está errado em defender redução da maioridade penal?
Wagner Francesco ⚖
·
há 12 anos
Desculpem minha ignorância, mas sinceramente, não sei qual o propósito do texto acima. Se trata de um resumo biográfico de alguém que saiu do mundo do crime e hoje tenta recuperar menores infratores, ou uma mensagem de cunho sentimental que tenta fomentar a compaixão pelos "pequenos" delinquentes com apelos emocionais? Apesar do cunho emotivo, entendo que abordagens sobre tal assunto devam ser norteadas pela racionalidade e respaldadas pelo estudo psicológico de cada infrator. Pode ser utópico, mas deveria ser assim. Infelizmente nós tendemos fundamentar nossas opiniões nas experiências pessoais, geralmente ignorando toda diversidade ou a adversidade de cenários que a vida brinda a cada um. No meu humilde entender, o autor se equivoca ao querer comparar sua marginalidade com a de outros menores. Cada caso é um caso. Nossa existência é absolutamente individual. Não quero afirmar que o autor não tenha seus méritos por conseguir se livrar da criminalidade, mas estabelecer paralelos dessa natureza é algo tão incoerente, quanto ilusório. Ora, muitas vezes, dentro de uma mesma família, digamos remediada, e partindo do pressuposto que todos tiveram acesso a mesma educação, não é raro ver algum filho descambar para a bandidagem, trazendo dor e sofrimento aos parentes; imagine então num universo de famílias desamparadas, oprimidas pela fome e pela miséria, numa situação de risco social onde os pequenos tem poucas perspectivas de melhorias na vida. Se considerarmos ainda que autor voltou a "Fundação Casa", "depois de 45 anos", é natural que ele tenha pelo ao menos 50 anos de vida, nessa época o mundo era digamos mais "romântico", o tráfico não campeava pelas favelas como hoje e sequer existia a maldição do "crack". Televisão era luxo e a publicidade era mais tacanha, não incitava o consumismo, a ostentação e a ambição desenfreada pelos produtos da moda, como ocorre agora. Épocas diferentes, vivências diferentes. Perdido em meu lirismo, espero que autor continue empenhado em sua missão, e que nossos governos cumpram sua responsabilidade social com os mais necessitados, mas lamentavelmente ainda não consegui esquecer o fato de ter um perdido um primo; foi assassinado por um desses "frágeis" menores.
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Michelle Lira
Comentário ·
há 12 anos
Jovem é agredida na Bahia por ‘ter cara de sapatão’
A. K.
·
há 12 anos
Lamentável que isso ainda ocorra nos dias de hoje e ainda há quem diga que não se deve transformar homofobia em crime. Mulheres com aparência masculinizada sofrem ainda mais. sofrem por serem gays e por serem mulheres.
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Rafael de Souza
Comentário ·
há 12 anos
A jabuticaba dos senadores sem votos
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Senado tal qual câmara de deputados deveria ter rotatividade.
Quem sai, é substituído por candidato que perdeu nas eleições mas estava muito perto de ser eleito.
A matemática política nunca fecha em benefício do povo.
Aí, vemos dois desconhecidos no Senado grudados feito rêmoras por oito anos?
Que tal se esses não fossem remunerados? Já ajudava. Mas nós sabemos que ao menos "por fora" é muita gente ganhando sem fazer absolutamente NADA.
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Luiz Flávio Gomes
Artigo ·
há 12 anos
Como as oligarquias transformam “fudidos” em aliados
01. Por que não vale a pena, seja no Brazilquistão, seja em qualquer parte do mundo, perder uma amizade por causa das nossas convicções políticas? Porque enquanto os eleitores tidos pelas elites como...
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